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Prêmio Cultura Mulher distribuirá R$ 800 mil a mulheres e coletivos

Por Rafael Secunho

A Sala Darcy Ribeiro, na Biblioteca Nacional de Brasília, estava lotada, nesta sexta-feira (5), para o lançamento do Prêmio Cultura Mulher, iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) que distribuirá R$ 800 mil em prêmios. Mulheres e coletivos que fazem a diferença no segmento cultural do DF serão agraciados com recursos oriundos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

As inscrições começam na próxima segunda-feira (8) e vão até 7 de junho. Presente à cerimônia, a vice-governadora Celina Leão destacou o poder que a cultura tem de mudar a vida das pessoas. “A cultura é um braço poderoso para transformar a vida das mulheres com documentários, peças teatrais, poesia, ou levar esse debate às escolas de forma lúdica”, disse Celina. “Um país sem cultura é um país sem memória”, lembrou.

Celina Leão exaltou a importância da cultura para o empoderamento feminino | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ajudou a idealizar o concurso e exaltou o empoderamento no campo artístico. “Educação e cultura são temas que estão na raiz do desenvolvimento de cada pessoa. Esse prêmio vem para valorizar 52% da população do DF, que é formada de mulheres, que dissemina cultura por toda nossa capital”, disse.

Mulheres do teatro, da umbanda, de grupos brincantes como o Boi do Seu Teodoro, entre outras, prestigiaram o lançamento. O certame cresceu: em 2021, a Secec havia idealizado o primeiro Prêmio Mulher Negra. Neste ano, o edital do prêmio reserva metade das vagas para mulheres negras, além de cota para indígenas, quilombolas, mulheres com deficiência e acima de 60 anos.

“Há um esforço grande na valorização do espaço da mulher, para tratá-la com igualdade, assim como outros públicos, como negros, índios e LGBTQIA+”, pontuou o secretário de Cultura, Bartolomeu Rodrigues. “O Prêmio Cultura Mulher nada mais é que um reconhecimento pela contribuição das mulheres na formação da identidade cultural da capital”, frisou a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural, Sol Montes, organizadora do evento.

Mulheres do teatro, da umbanda, de grupos brincantes como o Boi do Seu Teodoro, entre outras, prestigiaram o lançamento. O certame cresceu: em 2021, a Secec havia idealizado o primeiro Prêmio Mulher Negra. Neste ano, o edital do prêmio reserva metade das vagas para mulheres negras, além de cota para indígenas, quilombolas, mulheres com deficiência e acima de 60 anos.

“Há um esforço grande na valorização do espaço da mulher, para tratá-la com igualdade, assim como outros públicos, como negros, índios e LGBTQIA+”, pontuou o secretário de Cultura, Bartolomeu Rodrigues. “O Prêmio Cultura Mulher nada mais é que um reconhecimento pela contribuição das mulheres na formação da identidade cultural da capital”, frisou a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural, Sol Montes, organizadora do evento.

Tereza Padilha, nome atuante no teatro brasiliense, comemora o lançamento do prêmio

O concurso vai destinar R$ 10 mil a 50 agentes culturais mulheres relevantes ou que tenham desenvolvido ações artísticas e culturais em benefício da sociedade. Serão premiadas, ainda, dez entidades culturais (pessoas jurídicas ou coletivos), com R$ 30 mil cada uma, desde que comprovem atuação no combate à violência contra mulheres por meio da cultura.

Uma das fundadoras da Cia de Teatro Mapati, a atriz Tereza Padilha adiantou que já vai providenciar a inscrição do grupo teatral, querido pelos brasilienses e criado há três décadas. Ela se mostrou contente com esse incentivo: “As mulheres precisam desse empoderamento, desse cuidado para que elas possam caminhar. Na parte cultural, também é assim. Senão elas ficam sempre na sombra dos homens.”

Prêmio Cultura Mulher

Inscrições: 8 de maio a 7 de junho no site da Secec.

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